Em entrevista dada ontem ao Jornal Nacional da TVI, a candidata anunciou um movimento de recolha de reclamações.
Helena Roseta avisa os lisboetas que a cidade não está em «tempo dos grandes projectos». «É tempo de arrumar a casa», diz a candidata independente à Câmara Municipal de Lisboa.
A candidata recusa avançar se a Câmara precisa ou não de despedir funcionários, mas sempre vai dizendo que «é preciso analisar a situação». E acrescenta, desde já, os critérios que devem ser impostos: «assessores políticos, não. Competências técnicas, sim».
Helena Roseta diz-se disponível para entendimentos pós-eleitorais, desde que com pessoas «com ideias convergentes». «Vou propor um programa de emergência e a Câmara Municipal de Lisboa tem de ter um Governo de emergência, com todas as forças políticas que queiram governar», explica.
Candidatou-se, diz, porque a cidade «estava numa situação de declínio» e fica «satisfeita» que Carmona Rodrigues também tenha tido oportunidade de avançar. Porquê? «Porque uma pessoa que esteve a trabalhar dois anos tem toda a legitimidade para querer saber a avaliação que os eleitores fazem do seu trabalho», responde.
Quanto à questão do novo aeroporto de Lisboa, Roseta lamenta e acha «inconcebível que o Governo central tenha tomado uma decisão destas sem ouvir a Câmara de Lisboa» e confessa-se «contente» de ouvir António Costa concordar com ela. Não é a opção pela Ota que a preocupa, garante. «O que me preocupa é a decisão [sem ouvir a Câmara]», diz.
Espaço, na entrevista à TVI, para uma crítica feroz aos partidos políticos. «Todos!». «São muito antiquados na maneira de trabalhar. São muito fechados», explica.
Fonte: http://www.tvi.iol.pt
sábado, 26 de maio de 2007
Roseta no pelotão da frente das sondagens
Em pouco mais de duas semanas, Helena Roseta posiciona-se no pelotão da frente das sondagens, com valores que se aproximam dos 16 por cento, de acordo com a Eurosandagem. Estão de parabéns os Cidadãos por Lisboa a quem esta candidadatura se deve. É um estimulante ponto de partida, que prova que, mesmo sem apoios partidários ou financeiros, os lisboetas são capazes de se organizar e propor uma nova alternativa para a sua cidade.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Acção de Sete Rios
Caros Amigos:
Por causa da intensa chuva que hoje cai na nossa cidade de Lisboa, a acção que tínhamos agendado para as 15h30, em Sete Rios , sobre a Mobilidade, foi adiada para nova data a anunciar.
Brevemente voltaremos à carga!
Obrigada a todos!
Por causa da intensa chuva que hoje cai na nossa cidade de Lisboa, a acção que tínhamos agendado para as 15h30, em Sete Rios , sobre a Mobilidade, foi adiada para nova data a anunciar.
Brevemente voltaremos à carga!
Obrigada a todos!
Roseta quer contas municipais publicadas on-line
Helena Roseta e Cristina Albuquerque foram hoje recebidas na Câmara Municipal de Lisboa, a seu pedido, pela Presidente da Comissão Administrativa, Marina Ferreira. As candidatas da lista Cidadãos por Lisboa propuseram à Comissão Administrativa que os relatórios e contas da Câmara e de todas as empresas municipais ou participadas pelo município sejam imediatamente divulgadas no site da CML. “Os munícipes são os accionistas da Câmara, têm direito a conhecer os números” afirmou Helena Roseta à saída. “Por uma questão de transparência, propus que todas as contas fossem acessíveis através do site da Câmara” concluiu. Das 14 empresas municipais ou participadas pela Câmara, divulgadas no site, apenas 1 tem publicadas na net as suas contas de 2006 e duas as contas de 2005. Dos relatórios de gestão de todas as restantes não há qualquer referência na net. As contas da própria CML de 2006 também não estão disponíveis on-line.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
O nosso compromisso
Na apresentação da lista de candidatos que decorreu na terça-feira, Helena Roseta divulgou o seu compromisso por Lisboa, que é um ponto de partida para o programa eleitoral da lista "Cidadãos por Lisboa". No final, este compromisso foi assinado por todos os candidatos da lista, tornando-se assim um compromisso de todos.
Ver texto do compromisso por Lisboa em http://www.cidadaosporlisboa.org/documentos/o_nosso_compromisso.doc
Ver texto do compromisso por Lisboa em http://www.cidadaosporlisboa.org/documentos/o_nosso_compromisso.doc
Os nossos candidatos

Veja quem são os nossos mandatários e os nossos candidatos em
http://www.cidadaosporlisboa.org/documentos/lista.pdf
Apresentação da Lista de Candidatos
«Helena Roseta apresentou hoje, no hotel Altis, a sua lista independente às eleições intercalares para a Câmara de Lisboa de 15 de Julho, que tem como número dois Manuel João Ramos, dirigente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados.
Além de defender “a democracia participativa como modelo sistemático”, a ex-militante do PS prometeu um “Programa de Emergência” para a capital, que implique restaurar o “direito ao passeio” e “esverdear” a cidade, e propôs que o pelouro do urbanismo seja partilhado por todas as forças políticas.
“Sobre a localização de um aeroporto ou de uma grande infra-estrutura pública a cidade deve ser formalmente ouvida. Quando digo a cidade não é só o presidente da câmara, é a cidade”, declarou.
“É preciso que sejam divulgados todos os estudos que o Governo diz possuir, colocá-los à discussão, encontrar uma forma de participação e de audição dos lisboetas e transmitir essa opinião ao governo central”, acrescentou, sem adiantar qual poderá ser essa forma.
Dar voz aos lisboetas sobre grandes projectos
Questionada acerca da sua posição sobre o aeroporto da Ota, a candidata do movimento Cidadãos por Lisboa respondeu: “Não estou aqui a defender posições pessoais, estou a defender um método e uma posição institucional. Eu tenho uma posição sobre a Ota, mas não vou dizer qual é.”
No seu discurso, que teve tradução simultânea para linguagem gestual, Roseta comprometeu-se a não aprovar “nenhum grande projecto” municipal “sem dar voz aos lisboetas”, e afirmou que “o programa, o orçamento” e “os grandes projectos não podem ser decididos longe dos cidadãos”.
“Quando falo em orçamento ou programa participativo, não é necessariamente um referendo todos os dias”, esclareceu, apontando “métodos de auscultação, como fóruns”.
A presidente da Ordem dos Arquitectos propôs, por outro lado, que o urbanismo seja “decidido por todas as forças políticas”, e recordou que fez “essa experiência” enquanto presidente da Câmara de Cascais, pelo PSD.
“A melhor forma de impedir suspeições sobre urbanismo é fazer com que esse seja um pelouro partilhado por todas as forças políticas”, argumentou, defendendo também que antes de qualquer alteração urbanística sejam publicitados “os seus efeitos sobre o valor dos terrenos abrangidos” e os seus titulares.
Integram ainda a lista dos Cidadãos Por Lisboa (que tem dez mulheres e sete homens) Manuela Júdice, bibliotecária, Maria Cristina Albuquerque, economista e gestora pública, e António Eloi de Azevedo, consultor e docente universitário.
Seguem-se Maria da Graça Rodrigues, ex-conselheira cultural em Washington e Londres, Pedro Milharadas, arquitecto e funcionário da câmara de Lisboa, e Ana Sofia Antunes, vice-presidente da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal.
Sobre a decisão do Tribunal Constitucional (TC) de anular a anterior data das eleições, 1 de Julho, Roseta afirmou que o TC não se pronunciou sobre o seu recurso "não por ter entrado fora de prazo", mas porque o do Movimento Partido da Terra (MPT) "foi apreciado primeiro porque entrou primeiro".»
Fonte: Lusa (excerto)
Além de defender “a democracia participativa como modelo sistemático”, a ex-militante do PS prometeu um “Programa de Emergência” para a capital, que implique restaurar o “direito ao passeio” e “esverdear” a cidade, e propôs que o pelouro do urbanismo seja partilhado por todas as forças políticas.
“Sobre a localização de um aeroporto ou de uma grande infra-estrutura pública a cidade deve ser formalmente ouvida. Quando digo a cidade não é só o presidente da câmara, é a cidade”, declarou.
“É preciso que sejam divulgados todos os estudos que o Governo diz possuir, colocá-los à discussão, encontrar uma forma de participação e de audição dos lisboetas e transmitir essa opinião ao governo central”, acrescentou, sem adiantar qual poderá ser essa forma.
Dar voz aos lisboetas sobre grandes projectos
Questionada acerca da sua posição sobre o aeroporto da Ota, a candidata do movimento Cidadãos por Lisboa respondeu: “Não estou aqui a defender posições pessoais, estou a defender um método e uma posição institucional. Eu tenho uma posição sobre a Ota, mas não vou dizer qual é.”
No seu discurso, que teve tradução simultânea para linguagem gestual, Roseta comprometeu-se a não aprovar “nenhum grande projecto” municipal “sem dar voz aos lisboetas”, e afirmou que “o programa, o orçamento” e “os grandes projectos não podem ser decididos longe dos cidadãos”.
“Quando falo em orçamento ou programa participativo, não é necessariamente um referendo todos os dias”, esclareceu, apontando “métodos de auscultação, como fóruns”.
A presidente da Ordem dos Arquitectos propôs, por outro lado, que o urbanismo seja “decidido por todas as forças políticas”, e recordou que fez “essa experiência” enquanto presidente da Câmara de Cascais, pelo PSD.
“A melhor forma de impedir suspeições sobre urbanismo é fazer com que esse seja um pelouro partilhado por todas as forças políticas”, argumentou, defendendo também que antes de qualquer alteração urbanística sejam publicitados “os seus efeitos sobre o valor dos terrenos abrangidos” e os seus titulares.
Integram ainda a lista dos Cidadãos Por Lisboa (que tem dez mulheres e sete homens) Manuela Júdice, bibliotecária, Maria Cristina Albuquerque, economista e gestora pública, e António Eloi de Azevedo, consultor e docente universitário.
Seguem-se Maria da Graça Rodrigues, ex-conselheira cultural em Washington e Londres, Pedro Milharadas, arquitecto e funcionário da câmara de Lisboa, e Ana Sofia Antunes, vice-presidente da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal.
Sobre a decisão do Tribunal Constitucional (TC) de anular a anterior data das eleições, 1 de Julho, Roseta afirmou que o TC não se pronunciou sobre o seu recurso "não por ter entrado fora de prazo", mas porque o do Movimento Partido da Terra (MPT) "foi apreciado primeiro porque entrou primeiro".»
Fonte: Lusa (excerto)
terça-feira, 22 de maio de 2007
Apresentação dos candidatos
Terça-feira dia 22 de Maio são apresentados publicamente os candidatos da lista Cidadãos porLisboa.
A apresentação terá lugar no Hotel Altis, às 16.00, na Sala Bruxelas.
Serão também divulgadas as linhas de força da candidatura, dando início ao processo, que se pretende participativo, de construção do programa para a cidade e para a Câmara Municipal.
A apresentação terá lugar no Hotel Altis, às 16.00, na Sala Bruxelas.
Serão também divulgadas as linhas de força da candidatura, dando início ao processo, que se pretende participativo, de construção do programa para a cidade e para a Câmara Municipal.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Candidatura Cidadãos por Lisboa é hoje entregue no Tribunal
Hoje às 15.00 entregamos no Tribunal Cível da Comarca de Lisboa a candidatura Cidadãos por Lisboa, subscrita por 5546 assinaturas de eleitores lisboetas, um número claramente superior aos 4000 exigidos por lei. É uma grande vitória da cidadania e uma resposta a todas as tentativas de dificultar o aparecimento de uma candidatura independente, sem amarras partidárias e que tem as pessoas como prioridade. A apresentação pública da lista de candidatos terá lugar amanhã às 16.00.
A lista será entregue por Helena Roseta, a primeira candidata da lista Cidadãos por Lisboa, que será acompanhada no acto pelo mandatário da lista, o professor Galopim de Carvalho, um dos mais populares cientistas portugueses e um cidadão exemplar de Lisboa, e pelo mandatário financeiro, José Pedro Salema, economista.
A lista será entregue por Helena Roseta, a primeira candidata da lista Cidadãos por Lisboa, que será acompanhada no acto pelo mandatário da lista, o professor Galopim de Carvalho, um dos mais populares cientistas portugueses e um cidadão exemplar de Lisboa, e pelo mandatário financeiro, José Pedro Salema, economista.
sábado, 19 de maio de 2007
Obrigada, lisboetas
Quero agradecer a todos os que se mobilizaram para recolher as mais de 4000 assinaturas que em seis dias chegaram à nossa sede. Os lisboetas souberam mostrar, num processo inédito de manifestação cívica, que não estão dispostos a deixar que manobras de secretaria lhes confisquem o direito de escolher livremente o candidato que desejam ver à frente da Câmara Municipal. Foi uma vitória da cidadania.
Saúdo a decisão do Tribunal Constitucional, que veio repor a verdade e a dignidade do acto eleitoral. A marcação de uma data para as eleições intercalares em Lisboa, atropelando prazos e direitos, gerou uma indignação generalizada. Com a decisão hoje tomada, saiu reforçada a democracia.
Finalmente: vamos continuar o processo de recolha de assinaturas no sábado e no domingo. Na segunda feira, dia 21 de Maio, entregaremos no tribunal a lista de candidatos e os milhares de assinaturas recolhidas.
Esse dia marcará o início de um novo processo participativo. O nosso Programa para Lisboa vai ser construído em diálogo com os lisboetas, através do sítio da candidatura que estará disponível já para a semana. Espero que o entusiasmo e energia manifestados pelos lisboetas nesta semana de inédita mobilização cívica se transforme agora numa responsabilidade acrescida do movimento Cidadãos por Lisboa. Saberemos ouvir, para podermos responder.
Helena Roseta
Saúdo a decisão do Tribunal Constitucional, que veio repor a verdade e a dignidade do acto eleitoral. A marcação de uma data para as eleições intercalares em Lisboa, atropelando prazos e direitos, gerou uma indignação generalizada. Com a decisão hoje tomada, saiu reforçada a democracia.
Finalmente: vamos continuar o processo de recolha de assinaturas no sábado e no domingo. Na segunda feira, dia 21 de Maio, entregaremos no tribunal a lista de candidatos e os milhares de assinaturas recolhidas.
Esse dia marcará o início de um novo processo participativo. O nosso Programa para Lisboa vai ser construído em diálogo com os lisboetas, através do sítio da candidatura que estará disponível já para a semana. Espero que o entusiasmo e energia manifestados pelos lisboetas nesta semana de inédita mobilização cívica se transforme agora numa responsabilidade acrescida do movimento Cidadãos por Lisboa. Saberemos ouvir, para podermos responder.
Helena Roseta
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